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Clientes com o pé na cozinha 

É lei municipal: o cliente tem direito de visitar a cozinha dos restaurantes da capital. Além disso, a prática é amplamente recomendada pelos sanitaristas como critério de escolha do local da refeição. Por causa disso, o Jornal da Tarde esteve na semana passada em sete estabelecimentos da cidade, como consumidor, e solicitou uma visita às instalações antes de pedir a comida. Conclusão: as repórteres foram tratadas como ‘extraterrestres’ em meio a olhares desconfiados dos funcionários.
O estranhamento é natural: por vergonha ou falta de tempo, a maioria das pessoas não costuma visitar o local onde os pratos são feitos. Mesmo no exercício de um direito, a situação beira o constrangimento. É como se a visita significasse que a pessoa duvida da qualidade do serviço oferecido.

Para o médico nutrólogo José Alves Lara Neto, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, verificar o local em que os alimentos são preparados deveria ser a regra. “O outro é que tem que ficar constrangido se o lugar não estiver limpo. A saúde é mais importante que qualquer medida que se adote para ser simpático.”

Especialista em qualidade dos alimentos, a nutricionista Dafna Kann presta assessoria para restaurantes e acredita que são três os fatores quer tornam tão raras as visitas às cozinhas. “É um misto de constrangimento, desinteresse e falta de informação”, afirma. Para ela, é importante que clientes façam valer seus direitos. “Se tem alguma desconfiança quanto à higiene, visitar a cozinha vai trazer mais segurança. Para os estabelecimentos, isso é muito bom porque faz com que invistam na higiene e organização”, diz.

O único aspecto negativo que a nutricionista aponta é o risco de acidentes de trabalho nos “horários de pico” das cozinhas. Outra dificuldade constatada nas visitas às cozinhas é a quantidade de detalhes a serem observados. Para não se perder, os especialistas ensinam a focar em alguns pontos (veja abaixo). A reportagem, por exemplo, não detectou problemas de higiene.

Desconfiança
No Bistro Café, no centro, a atendente se mostrou desconfiada com o pedido. “Pode visitar a cozinha, mas de onde você é?”, questionou. A repórter respondeu que era uma cliente com esse hábito e foi levada até a porta da cozinha, mas sem ser convidada a entrar. “Não precisa colocar a touca porque daqui você tem uma visão geral da nossa cozinha, que é pequena”, justificou.

Procurada após a visita, a proprietária da casa, Miriam Silva, afirmou que é raro pedirem para ver a cozinha: no máximo, um cliente por mês. Ela diz que, na hora do almoço, é mais complicado acompanhar o cliente à cozinha por causa do movimento. “Peço que seja breve porque tira a concentração de quem está trabalhando. Para os funcionários, fica a impressão de que a pessoa está desconfiando do trabalho dele.”

A sensação de estar ‘incomodando’ foi o que a reportagem sentiu na visita à cozinha da churrascaria Soberana, zona norte. Apesar da simpatia dos funcionários, foi inevitável sentir-se intruso. O administrador Bruno Badaró Paiva diz que esse tipo de pedido é mais comum entre nutricionistas e gente que trabalha com saúde.

Na unidade do Shopping Tatuapé, na zona leste, da rede de comida baiana Axé, uma placa convidava para a visita. O gerente ofereceu a touca e mostrou a cozinha. Ele fez questão de abrir a porta do forno para mostrar que estava tudo limpo. Mas os funcionários que estavam trabalhando ficaram espantados com a presença estranha e, por alguns minutos, pararam de trabalhar para ver o que a ‘intrusa’ estava fazendo.

A gerente da unidade do restaurante Axé visitada, Ronalda Macedo dos Santos, garante que a visita de clientes não atrapalha o trabalho da cozinha. “É importante que a pessoa saiba de onde vem o alimento que ela consome.”
Atendimento similar foi oferecido pelo restaurante Pescador, zona norte. Com touca descartável na cabeça, o tour pela cozinha passou pelos fornos, freezers e despensa. O gerente Claudemir Araújo Carmo ainda explicou as diferenças entre os peixes expostos em uma vitrine refrigerada.
Só de longe
Em outros três estabelecimentos, em que a cozinha era separada do salão apenas por um balcão ou uma janela, a reportagem foi convidada a observar a dinâmica do lado de fora. Como no caso do restaurante Carambolla, em Moema, zona sul. Desde que a empresária Monica Carvalho assumiu o estabelecimento, em dezembro, a repórter foi a primeira a pedir para ver a cozinha. “Falta esse hábito aos brasileiros. Basta a comida chegar arrumadinha e bonita no prato. Mas não é só isso.”

Para quem tem vergonha de checar o que há por trás dos balcões, o nutrólogo Lara Neto dá uma dica elegante. “Diga que ouviu falar que o restaurante é maravilhoso e que, por isso, você gostaria de conhecer onde os pratos são feitos”, recomenda.

 
Fonte: Jornal da Tarde
Data: 12/02/2011
Disponível em:
http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/clientes-com-o-pe-na-cozinha/
 
 
Sonesta Ibirapuera oferece opções de cardápios saudáveis
 
O Sonesta Ibirapuera oferece a partir de abril menus de café da manhã preparados por nutricionistas da Qualinut Assessoria Nutricional em parceria com o Chef Renato Neira.
 
Os hóspedes poderão escolher entre quatro opções diferenciadas conforme seu perfil e necessidade no dia: Executivo, Lazer, Light e Atividade Física.
 
A idéia é melhorar a qualidade de vida do hóspede e, como o café da manhã é considerado a refeição mais importante do dia, serão sugeridos menus rotativos.”, comenta Gisele Alvarez, Gerente de Vendas Corporativas. “O cliente pode escolher em qual perfil se encaixa e montar o seu café da manhã consciente e saudável”, completa.
 
 
Fonte: Revista Hotéis
Data: Abril/2010
Disponível em:
 
 
 
As chuvas de verão e os cuidados com os alimentos
A água clorada pode ser utilizada para auxiliar na higienização de frutas e hortaliças.
 
Com a chegada do verão e do excesso de calor, as pancadas de chuva no final de tarde são inevitáveis. O volume de água muitas vezes impressiona e a insuficiência de vazão acaba, na maioria das vezes, resultando em enchentes e alagamentos por diversas regiões das cidades.
 
E não são apenas as pessoas que sofrem as consequências das enxurradas. Plantações e alimentos estocados em entrepostos comerciais, como a CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), também podem ser atingidos. Por esse motivo, além de ter que pagar mais caro por frutas, legumes, verduras e outros gêneros, os consumidores sentem muita insegurança em relação a qualidade e segurança dos alimentos adquiridos.
 
“E não é à toa”, conta a nutricionista Dafna Kann. “Em muitos casos, a água da chuva pode entrar em contato com águas contaminadas de córregos e rios e carregar as sujidades para os alimentos”.
 
Os produtos perecíveis são os mais afetados. Entretanto, itens como arroz, milho e soja também podem ser prejudicados, caso estejam armazenados em zona invadida pelas águas.
 
A nutricionista alerta para que o consumidor dobre sua atenção ao adquirir esses alimentos nos períodos de chuva intensa, mas explica que não é motivo para deixar de consumi-los, desde que sejam observados alguns cuidados. “É importante, por exemplo, notar a ausência de pontos de bolores e buracos nas embalagens e nos alimentos. No caso de hortaliças e frutas, é fundamental que se faça a correta higienização com solução clorada”.
 
A solução clorada pode ser adquirida pronta no supermercado, nos postos de saúde ou preparada em casa utilizando água sanitária própria para alimentos. A receita é misturar uma colher de sopa de água sanitária para cada litro de água. “Os alimentos devem ser pré-lavados em água corrente e depois mantidos por pelo menos 15 minutos na solução clorada. Para retirar o gosto do cloro é recomendado lavar novamente o alimento em água corrente antes de consumi-lo”, ensina a especialista.
 
Segundo Dafna, os cuidados devem ser estendidos à água que bebemos. A dica é fazer a manutenção preventiva das caixas d´água e mantê-las sempre bem fechadas e protegidas. Ao consumir água engarrafada, é fundamental conhecer a fonte e a procedência da bebida.
 
*Dafna Kann é nutricionista especialista em qualidade dos alimentos e diretora da Qualinut.
 
Fonte: Nestlé
Data: Março/2010
Disponível em:
 
 
 
Livre-se dos perigos que rondam a sua cozinha
Alguns cuidados básicos na cozinha garantem alimentos seguros para o consumo.
 
Água, sabão, detergente... Sempre gostamos de ter tudo à mão quando o assunto é manter a cozinha limpa. Mas, os especialistas alertam: cozinha limpa não é sinônimo de alimentação segura. Além de higienizar muito bem panelas, utensílios e equipamentos, é importante lembrar que existem outros cuidados que devemos ter ao manipular os mais diversos ingredientes e preparações.
 
Segundo a especialista em qualidade dos alimentos Dafna Kann*, existem alguns perigos muito comuns na cozinha que poderiam ser evitados com cuidados básicos. Ela ensina que para fugir do risco é necessário conhecer quais são as ameaças: “Os contaminantes dos alimentos são divididos em três categorias, de acordo com sua origem: química (quando um produto químico entra em contato com o alimento), física (quando um objeto cai no alimento) e biológica (quando ocorre proliferação de bactérias, fungos, parasitas)”, conta.
 
Não são raros os casos de contaminação de origem física: um fio de cabelo que pode cair enquanto se refoga o arroz, uma lasca de esmalte que pode soltar ao sovar a massa do pão, ou ainda uma pedrinha misturada ao feijão que pode passar despercebida durante a limpeza. Para evitar essas situações tão desagradáveis, a orientação é prender bem o cabelo, utilizar luva descartável de forma adequada e separar atentamente as impurezas dos grãos.
 
Outro fator de risco habitual nas cozinhas é o abuso de temperatura, que pode resultar em contaminação de origem biológica. Um exemplo é quando se deixa um alimento esfriando por muito tempo em cima do fogão ou da pia antes de levá-lo à geladeira. A dica da profissional para evitar o risco de deterioração é guardar os alimentos ainda quentes (não fervendo), em uma temperatura que se consiga encostar a mão sem se queimar. “O importante é respeitar a faixa de temperatura segura para os alimentos, que é abaixo de 5° C (temperatura média da geladeira) e acima de 65° C”, explica a especialista. “Por isso, a recomendação é sempre cozinhá-los até atingir 70°C (por inteiro)”.
 
Se o objetivo é manter as preparações expostas, como em um restaurante por quilo, deve-se garantir que a temperatura do alimento seja superior a 60°C, e o tempo de permanência no buffet não pode ser superior a 6 horas. Caso o alimento seja mantido em uma temperatura inferior, o tempo de exposição cai para 1 hora.
Para as preparações frias, como maioneses e peixes crus, a regra é outra. Elas devem ser mantidas em uma temperatura abaixo de 10°C por no máximo 4 horas.
 
Fique atento e, ao comer fora de casa, questione os funcionários do restaurante sobre as medidas de higiene que são adotadas no local.
 
*Dafna Kann é nutricionista, especialista em qualidade dos alimentos e diretora da Qualinut.
 
 
Fonte: Nestlé
Data: Janeiro/2010
Disponível em:
 
 
 
Iogurte ou hortaliças: o que comprar primeiro?
A organização do carrinho de compras dentro do supermercado evita a contaminação dos alimentos.
 
Alguns cuidados no momento da compra dos alimentos podem fazer a diferença para garantir a segurança alimentar. O primeiro passo para uma compra eficaz é verificar a higiene e organização do estabelecimento comercial. A segunda etapa é verificar a integridade das embalagens dos produtos, assim como as informações contidas nos rótulos, principalmente a data de validade.
 
A nutricionista Dafna Kann* dá algumas dicas de cuidados que devemos ter durante a visita ao supermercado:
  • Comece colocando no carrinho os itens que não necessitam de refrigeração, seguindo para a sessão de hortifrúti, depois congelados e, por último, a geladeira de resfriados.
  • Os produtos congelados não devem apresentar cristais de gelo na superfície da embalagem ou do freezer. Os cristais sinalizam que o alimento foi descongelado e congelado novamente.
  • As carnes devem ter textura firme e coloração marrom, com superfície levemente escura. Ao corte, a cor deve ser um pouco mais avermelhada.
  • As frutas devem estar firmes e sem sinal de apodrecimento, bolor ou furos, pois estes podem representar a mordida de alguns animais.
  • Os peixes devem apresentar olhos brilhantes (não podem estar opacos) e guelras ainda avermelhadas.
  • Os ovos não devem estar rachados nem escuros.
  • O frango deve ter a textura firme e apresentar cor e odor característicos.
  • Verifique sempre se as embalagens não estão amassadas, furadas ou violadas.
A organização do carrinho também pode comprometer a segurança alimentar. A nutricionista ressalta que um erro muito comum é manter produtos de limpeza e de higiene pessoal próximos aos alimentos, facilitando o risco de contaminação, caso as embalagens não estejam bem vedadas.
 
Outro cuidado que devemos ter é na hora de armazenar os produtos em casa. “Faça o caminho inverso ao do supermercado: inicie pelos itens refrigerados, vá para os congelados, passe para as frutas e hortaliças e, por último, aos não perecíveis”, ensina a especialista.
 
*Dafna Kann é nutricionista, especialista em qualidade dos alimentos e diretora da Qualinut.
 
 
Fonte: Nestlé
Data: Janeiro/2010
Disponível em:
 
 
 
Segurança alimentar para sua família
Procedimentos simples como a lavagem das mãos com água e sabonete antisséptico contribuem para a segurança dos alimentos na cozinha.
 
Diariamente, lidamos com uma série de dúvidas e preocupações no momento em que entramos na cozinha para preparar as refeições da família. Será que estou fazendo a coisa certa? Será que as crianças vão gostar? Será que a refeição tem o conteúdo adequado de fibras e vitaminas?
Apesar de tantas dúvidas que surgem em nossa cabeça, dificilmente alguém se preocupa com a segurança. A nutricionista Dafna Kann* faz o alerta:
 
“O consumo de um alimento deteriorado pode causar uma série de riscos para a saúde. Os sintomas podem variar de um simples enjoo e náusea até quadros graves com vômito, febre e diarreia”.
A boa notícia é que pequenos cuidados são suficientes para evitar o crescimento e a locomoção dos indesejáveis micro-organismos na nossa cozinha. Dafna dá algumas orientações:
 
“O primeiro cuidado é lavar as mãos corretamente com sabonete, de preferência antisséptico, antes de começarmos a trabalhar e a cada mudança de tarefa”.
 
Outra dica da nutricionista é separar os equipamentos e utensílios para cada preparação. Segundo ela explica, o correto é nunca usar a mesma faca que estava cortando o frango para picar legumes, por exemplo. A não ser que a faca seja lavada com água e sabão entre as duas atividades.
 
Segundo Dafna, também devemos ficar atentos ao abuso de temperaturas. Ela diz que um dos erros mais comuns é deixar as carnes descongelando de um dia para o outro fora da geladeira, ou então preparar a comida e deixá-la por um longo período em cima do fogão, esperando para ser servida.
 
Peixes e frutos do mar são os alimentos com maior risco de deterioração, seguidos pelas carnes frescas e pelo frango. “Esses alimentos devem ser conservados sempre sob refrigeração ou congelados, tomando muito cuidado com o tempo de exposição à temperatura ambiente”, ensina Dafna.
 
*Dafna Kann é nutricionista, especialista em qualidade dos alimentos e diretora da Qualinut.
 
 
Fonte: Nestlé
Data: Outubro/2009
Disponível em:
 
 
 
Sem stress, por Débora Lublinski
 
Se você vive irritada, cansada e sem energia, saiba que comer direito ajuda a dar um chega pra lá no stress. É o que a nutricionista Dafna Kann vai contar na palestra "Alimentação e Estresse", que acontecerá no dia 11 de setembro às 19 horas nos Consultórios Integrados. O ingresso é um quilo de alimento não perecível. A nutricionista adianta algumas dicas para você ganhar disposição no dia-a-dia:
  • Mesmo com pressa, nunca pule o café da manhã. Essa refeição é importantíssima para você começar bem o dia.
  • Não troque refeições equilibradas por beliscadas durante o trabalho. Biscoitos, salgadinhos e balas são pobres em nutrientes, o que deixa você indisposta.
  • Preste atenção na quantidade de café que está tomando, principalmente se for de estômago vazio: isso pode provocar azia ou gastrite.
  • Faça do horário do almoço um momento sagrado para recuperar as energias para mais um período de trabalho.

Informações e inscrições:
Consultórios Integrados
Rua Coronel Oscar porto, 610, Paraíso, São Paulo, SP

Telefone: (11) 3884-2641
 

Fonte: Revista Boa Forma
Data: 31/08/2006
 




3o Simpósio Racine de Nutrição - Empreendedorismo e a atuação do nutricionista
Racine, 2007
 
 
Destacar para o nutricionista esse assunto tão em voga para todas as profissões foi a intenção desse simpósio. O empreendedorismo é um conjunto de comportamentos que faz com que os indivíduos sejam capazes de aproveitar oportunidades, melhorar processos e inventar negócios. Sobre este assunto foram apresentadas as idéias de Vinícius Pedroso, pós-graduando em marketing pela Fundação Getúlio Vargas e colaborador da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos), discutindo empreendedorismo, e Camila Viola Silva Alves, propietária do restaurante L`Único, falando sobre a atuação do nutricionista em restaurante comercial. Já Dafna Kann, presidente da Associação Prato Cheio e proprietária da Qualinut Consultoria, explanou sobre a atuação do nutricionista no terceiro setor.
  




4o CPNutri - Congresso Paulista de Nutrição
2007
 
 
4º CPNutri - Congresso Paulista de Nutrição, reuniu especialistas e pesquisadores para debates que apontaram soluções para os desafios que se impõem a toda sociedade no campo de alimentação e Nutrição. O evento aconteceu de 23 a 25 de agosto e contou com um público de mais de trezentos congressistas. A nutricionista Gillian Alonso Arruda coordenou mesa redonda com o tema "Segurança Alimentar - Foco na Responsabilidade Social" e as palestrantes Dafna Kann e Dilma Scala Gelli falaram sobre as "Novas Ferramentas de Gestão e Riscos Microbiológicos". Nos três dias de Congresso, especialistas renomados da Nutrição e da saúde discutiram temas de interesse dos profissionais e da sociedade como um todo, trazendo para o centro do debate as questões relacionadas à Nutrição que desafiam nosso tempo.
  






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